Quem não já ficou com aquele frio na barriga quando chegam as provas nas faculdades. Noites em claro estudando, dias de sonolência, trabalhos para entregar. As semanas de provas cansam a mente e o corpo e sexta-feira é o dia mais esperado.
A discussão sobre métodos de avaliação é antiga. Professores mais tradicionais se prendem a datas e cobram decoração do conteúdo. Outros, com questões de múltipla escolha expõem o aluno ao erro. Alguns, fazem da prova mais um momento de aprendizagem e valorizam o que o aluno captou e se avaliam também por elas.
Qual o método certo?
Quando eu era criança, 7 anos, présinho, na prova havia a seguinte questão: Qual é a mulher do padre? Não sabia porque era de uma família tradicionalmente evangélica e até onde eu sabia, padre não tinha mulher. A professora Vera Lúcia Barata se aproximou de mim e no meu ouvido falou: Madre. Ela passou a primeira cola da minha vida.
Aos 32 anos lembro deste fato e nunca me esqueci disto.
Aprendi na hora da prova.
terça-feira, 8 de junho de 2010
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