segunda-feira, 26 de outubro de 2009

MUITA CHUVA OU POUCO ASFALTO
















Foto: Buraco na rua Wandil Wruck no Pq. Shiraiwa / Valmir Custódio

É fácil encontrar buracos nas ruas da cidade de Presidente Prudente. Qualquer chuva eles aparecem. Quebram carros, sujam paredes, provocam acidentes, amassam rodas e hospedam mosquitos.


O bairro Parque Shiraiwa está muito afetado, é difícil encontrar uma rua que não esteja com o problema.  Segundo o presidente de bairro Paulo Roberto da Silva, 42 anos, vários pedidos foram feitos à prefeitura para que o problema fosse solucionado, mas a resposta foi de que estão esperando verba para começar a “tapar os buracos”. Paulo ainda disse que a qualidade do asfalto é muito ruim e que “não adianta mais operação de tapa buracos, precisaria de um novo recapeamento reforçado”.

O presidente de bairro disse algo que já analisava há algum tempo. Será que as chuvas são fortes ou o asfalto que é fraco? Qualquer chuva as crateras se formam e é possível ver a espessura do asfalto. Não chega a três centímetros.

Já comparando. Morava em uma rua de barro na capital. Quando a prefeitura resolveu asfaltar, primeiramente bateram o solo, depois colocaram uma camada de impermeabilizante, pedras finas, passaram o compressor, pedras grossas; mais compressor; depois lama asfáltica e por fim o asfalto. Nunca vi um buraco em 15 anos.


Imagino que a indústria asfáltica precisa dos buracos. Nisso quem paga a conta da roda quebrada, da parede lameada, pneu furado e remédios contra doenças é a população. Ah! E também a conta do tapa buraco.


quarta-feira, 7 de outubro de 2009

A COISA VAI FICAR FEIA PRO SEU LADO

Por: Valmir Custódio

Foto: Valmir Custódio 















Estranho? Para mim não.

Incomum? Muito menos.

Em menos de 6 meses ouvi esta frase de estranhos por duas vezes. A primeira foi em um assalto numa cidade vizinha à Presidente Prudente quando esperava o ônibus. Um rapaz se aproximou e pediu meu celular. Sem saber para que era o indaguei, me respondeu: “me passa o celular senão a coisa vai ficar feia pro seu lado”. Nem perguntei se era assalto. Foi embora o celular.

A outra vez ouvi hoje (dia da postagem), quando um motorista queria fazer uma conversão sem dar seta, passei por ele e virei à rua que ele também queria entrar (sem seta). Quando ele começou a me xingar como se eu estivesse errado. Perguntei por que estava gritando comigo, me disse: “eu sou policial e se você não ficar quieto a coisa vai ficar feia pro seu lado”.

Na hora a associação traumática pulou do meu inconsciente. Onde será que eles aprendem a falar assim, igualzinho, intimidador, gritando, etc. Muito comum.

Bem! É melhor eu parar por aqui, senão “a coisa vai ficar feia pro meu lado

terça-feira, 6 de outubro de 2009

PROVAS

Essa semana vou dar uma paradinha nas postagens devido as provas da faculdade e trabalhos, mas na semana que vem volto com tudo.
Uma abraço a todos.

Valmir Custódio