terça-feira, 8 de junho de 2010

PROVAS

Quem não já ficou com aquele frio na barriga quando chegam as provas nas faculdades. Noites em claro estudando, dias de sonolência, trabalhos para entregar. As semanas de provas cansam a mente e o corpo e sexta-feira é o dia mais esperado.

A discussão sobre métodos de avaliação é antiga. Professores mais tradicionais se prendem a datas e cobram decoração do conteúdo. Outros, com questões de múltipla escolha expõem o aluno ao erro. Alguns, fazem da prova mais um momento de aprendizagem e valorizam o que o aluno captou e se avaliam também por elas.

Qual o método certo?

Quando eu era criança, 7 anos, présinho, na prova havia a seguinte questão: Qual é a mulher do padre? Não sabia porque era de uma família tradicionalmente evangélica e até onde eu sabia, padre não tinha mulher. A professora Vera Lúcia Barata se aproximou de mim e no meu ouvido falou: Madre. Ela passou a primeira cola da minha vida.

Aos 32 anos lembro deste fato e nunca me esqueci disto.
Aprendi na hora da prova.

quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

ESTAÇÃO ALTERNATIVA

Para quem gosta de bandas alternativas não pode deixar de ouvir essa novidade na região de Prudente. "Estação Alternativa" é uma banda de Pirapozinho com estilo muito próprio sintonizado entre o Rock e MPB em um som semiacústico de muita qualidade e identidade. O contrabaixista Mickael Paim que produziu o CD demonstrativo me deu uma cópia e ouço repetidamente desde então. Ele diz que o som é o resultado de muito ensaio e determinação de apresentar algo de qualidade.

Logo a banda se apresentará nos melhores eventos e estabelecimentos com música ao vivo da região.
Então fique ligado e sintonize na ESTAÇÃO ALTERNATIVA.

Parabéns à banda.

quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

O ÍNDIO SABE

Estava lendo as notícias do dia pelo UOL e uma declaração do prefeito de São Paulo contrastou com a manchete que dizia: "sobe para oito o número de mortos na Grande SP" (UOL 21/01/2010), e "a população pode ficar tranquila que o projeto antienchente está surtindo efeito" (Kassab).

Como a população pode ficar tranquila se a cada chuva as ruas enchem de água suja, móveis se perdem, casas viram piscinas com paredes e vidas vão embora nas enxurradas. O UOL ainda faz uma sátira dizendo que o efeito do projeto é só se for de cascata.

O prefeito ainda culpou o crescimento desordenado da cidade como se a população fosse a responsável pelo controle da habitação.

Sábio o índio que em visita a capital disse que a cidade não deixa a terra chupar a água. A cidade não tem espaço para a terra, não tem espaço para a chuva, e não tem espaço para o homem.

Se o índio viesse novamente poderia dizer que o branco da cidade tem que aprender a usar canoa.