terça-feira, 8 de junho de 2010

PROVAS

Quem não já ficou com aquele frio na barriga quando chegam as provas nas faculdades. Noites em claro estudando, dias de sonolência, trabalhos para entregar. As semanas de provas cansam a mente e o corpo e sexta-feira é o dia mais esperado.

A discussão sobre métodos de avaliação é antiga. Professores mais tradicionais se prendem a datas e cobram decoração do conteúdo. Outros, com questões de múltipla escolha expõem o aluno ao erro. Alguns, fazem da prova mais um momento de aprendizagem e valorizam o que o aluno captou e se avaliam também por elas.

Qual o método certo?

Quando eu era criança, 7 anos, présinho, na prova havia a seguinte questão: Qual é a mulher do padre? Não sabia porque era de uma família tradicionalmente evangélica e até onde eu sabia, padre não tinha mulher. A professora Vera Lúcia Barata se aproximou de mim e no meu ouvido falou: Madre. Ela passou a primeira cola da minha vida.

Aos 32 anos lembro deste fato e nunca me esqueci disto.
Aprendi na hora da prova.